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Senado Federal: Impeachment - Sessao Extraordinaria, Nesta segunda-feira teve inicio um dos momentos mais importantes do julgamento: o comparecimento de Dilma ao Senado para falar aos senadores. Essa sera a primeira vez que a presidente afastada se manifesta pessoalmente no processo de impeachment. (AO VIVO)


DESTAQUES NEWS PONTALINA-GO

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Porca para trânsito e atravessa rua na faixa na zona norte de Ribeirão, Animal atravessou no cruzamento de rua com avenida e chamou atenção. Morador afirma que suíno passa pelo local há três meses todos os sábados.

Do G1 Ribeirão e Franca

Morador flagrou porca atravessando o cruzamento da Rua dos Aliados com a Avenida Costa e Silva em Ribeirão Preto (Foto: Reprodução/EPTV)

Um morador flagrou e filmou uma porca que parou o trânsito na zona norte de Ribeirão Preto(SP), ao atravessar o cruzamento na Rua dos Aliados com a Avenida Costa e Silva, no bairro Campos Elíseos, na semana passada.

O animal caminhou na contramão da rua, parou o trânsito e atravessou por uma parte da faixa de pedestre, o que chamou a atenção dos motoristas e moradores. Logo em seguida, a porca continuou o passeio pela calçada.

De acordo com o soldador Valter Cristiano Ferreira, o suíno já é conhecido pelos moradores e há três meses faz o mesmo trajeto. “Eu acho que ela escapa. Ela estava com quatro filhotes. Não sei se mataram, se pegaram. Tinha quatro porquinhos com ela. Agora ela aparece sozinha”, afirmou Ferreira.

O soldador contou que o animal respeita o trânsito quando está caminhando. “Ela vem pela calçada, mas atravessa a rua também. Ela é educada”, brincou o soldador.

A auxiliar Edneia Angeos disse que viu a porca atravessar o cruzamento pela primeira vez e demonstrou preocupação com o animal. “Coitada. Ela está abandonada, eu acho. Ela está perdida. É perigoso por causa dos carros. Na hora que ela atravessar vai ser atropelada com esse monte de carro que tem”, disse.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca

 

Julgamento Impeachment Dilma Rousseff – Segundo dia do julgamento é marcado por desavenças

Teresa Cardoso

Geraldo Magela / Agência Senado

O ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal e do processo de impeachment de Dilma Rousseff, determinou às 11h12 desta sexta-feira (26), a suspensão da sessão deste segundo dia de julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff, que foi retomada às 13h18.

A suspensão da sessão decorreu de desavença entre senadores defensores e contrários ao impeachment, o que levou o presidente do Senado, Renan Calheiros, a exortar os parlamentares a manterem o bom nível dos trabalhos, sem apelar para ofensas pessoais.

— Fico triste porque essa sessão é sobretudo a demonstração de que a burrice é infinita —, disse Renan Calheiros (PMDB-AL), ao observar que o os olhos da nação e do mundo estão voltados para o Plenário do Senado, não podendo os parlamentares fugirem ao qualificado nível exigido pela sessão.

Neste segundo dia do julgamento estão previstas para ser ouvidas as testemunhas arroladas pela defesa da acusada. Na quinta-feira (25), falaram os nomes arrolados pela acusação.

Na manhã desta sexta, o advogado da defesa, José Eduardo Cardozo, dispensou a testemunha Esther Dweck, ex-secretária de Orçamento, para não expô-la a constrangimento, visto que senadores defensores do impeachment pretendiam arguir sua suspeição. Cardozo também mudou o status de Ricardo Lodi para que seja interrogado como informante e não mais como testemunha, visto que este advogado atuou como assistente da perícia.

Discussões sobre a isenção das testemunhas e o legítimo direito de defesa exercido por Dilma Rousseff marcaram a primeira parte da sessão, quando Lewandowski alertou para o fato de que, quanto mais se alongassem os senadores em suas questões de ordem, mais se dilatará o prazo da sessão. Os senadores já preveem que a sessão de hoje entrará pela madrugada de sábado.

Fonte: http://www12.senado.leg.br

Polícia Federal indicia Lula e Marisa Letícia em inquérito sobre tríplex

André Richter – Repórter da Agência Brasil*

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira dama Marisa Letícia no inquérito da Operação Lava Jato que apura a compra de um apartamento tríplex em Guarujá, no litoral paulista. O delegado Márcio Anselmo informou que Lula deve responder pelos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

De acordo com o delegado, Lula e sua esposa foram “beneficiários de vantagens ilícitas” na reforma do tríplex e na guarda de bens do ex-presidente em um guarda-volumes.

“Em face do exposto, foi possível apurar que o casal Luiz Inácio Lula da Silva e Marisa Leticia Lula da Silva foi beneficiado de vantagens ilícitas, por parte da OAS, em valores que alcançaram R$ 2.430.193,61 referentes às obras de reforma no apartamento 164-A do Edifício Solaris, bem como no custeio de armazenagem de bens”, diz trecho do relatório do indiciamento.

Na mesma investigação, foram indiciados o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, o ex-diretor da empreiteira Paulo Roberto Valente Gordilho e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.

Além das obras no apartamento, os delegados da Lava Jato investigaram pagamentos mensais da empreiteira OAS, no período de janeiro de 2011 e 2016, para transportadora Granero, por serviços de guarda de objetos pessoais que compunham o acervo presidencial de Lula.  Segundo os investigadores, a empreiteira ocultou os valores pagos.

“Em que pese o declarado no sentido de que a OAS teria apoiado Luiz Inácio Lula da Silva no custeio desse depósito de bens trazidos quando deixou a presidência, considerado acervo presidencial. Curiosamente, ao invés de realizarem o ato por intermédio do Instituto Lula, buscou-se a ocultação do real titular com contrato mediante a contratação direta pela OAS, beneficiária direta do esquema de desvios de recursos no âmbito da Petrobras investigados na Operação Lava Jato,” diz a PF.

Defesa

Procurado pela reportagem, o Instituto Lula informou que o ex-presidente não é proprietário do imóvel. Em postagem no Facebook, o ex-presidente disse somente que “na semana da reta final do [processo de] impeachment, a Lava Jato ressuscita na mídia as falsas acusações de que Lula seria o dono de um tríplex no Guarujá” e publicou uma lista de documentos que provariam que ele não é dono do imóvel.

Os advogados de Lula disseram que devem se manifestar sobre o indiciamento no final da tarde por meio de nota.

A defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, disse que “não existe vantagem ilícita” na manutenção do acervo presidencial.

Em nota à imprensa, o advogado Fernando Augusto Fernandes, que defende Okamotto, disse que não houve crime nenhum na contribuição que foi recebida pelo Instituto Lula para a manutenção do acervo presidencial, após a saída de Luiz Inácio Lula da Silva da Presidência da República.

“O acervo é privado, de interesse público e do povo brasileiro, regulado pela Lei 8394/91. Tal acervo é composto por milhares de cartas e lembranças do povo brasileiro e de autoridades estrangeiras oferecidas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A preservação de toda essa memória é uma das atribuições do Instituto Lula”, diz a nota, enviada à Agência Brasil.

A legislação brasileira (Lei 8.394/91 e Decreto 4.344/2002) determina que os ex-presidentes são responsáveis pela guarda e preservação do acervo acumulado no exercício do cargo. Em nota enviada à imprensa em março deste ano, a assessoria do Instituto Lula informou que “a Presidência da República providenciou  triagem e entrega do acervo documental privado do ex-presidente Lula, da mesma forma como procedeu com seus antecessores, nos termos da Lei 8.394/91 e do Decreto 4.344/2002” e que “parte deste acervo está em processo de catalogação e tratamento para cumprir a legislação, em projetos coordenados pelo Instituto Lula, a exemplo do que é feito com o acervo privado de outros ex-presidentes brasileiros”.

A OAS informou que “não irá se manifestar” sobre o indiciamento.

*Colaborou Elaine Patrícia Cruz, de São Paulo

Edição: Nádia Franco

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica

Bandeira tarifária continua verde, sem cobrança extra na conta de luz

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil

O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015Arquivo/Agência Brasil

Pelo sexto mês seguido, a bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em setembro será verde, o que significa que não haverá nenhum valor adicional a ser pago pelos consumidores brasileiros. Ao definir a continuidade da bandeira verde, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) considerou o resultado positivo do período úmido e o aumento de energia disponível, com redução de demanda e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro.

Havia uma expectativa no setor elétrico de que a bandeira pudesse passar para amarela no mês de setembro, principalmente porque o nível dos reservatórios das hidrelétricas das regiões Norte e Nordeste estão baixos para esta época do ano. Quando há pouca água nos reservatórios, é preciso acionar as termelétricas para garantir o suprimento de energia, o que encarece o custo da energia. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível dos reservatórios no Nordeste está em 20% de sua capacidade máxima e, no Norte, o nível está em 48,4%.

O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015, como forma de recompor os gastos extras das distribuidoras de energia com a compra de energia de usinas termelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade.

Desde o início da vigência do sistema, até fevereiro de 2016, abandeira se manteve vermelha, primeiramente com cobrança de R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, posteriormente, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3,00 a cada 100 kWh. Em março deste ano, a bandeira passou para amarela (com taxa de R$ 1,50 a cada 100 kWh) e, desde abril deste ano, a bandeira está verde.

Segundo a Aneel, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

Edição: Maria Claudia

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Força Nacional ajudará a combater onda de violência no Rio Grande do Sul

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

Ivo Sartori fala à imprensa após audiência com o presidente interino Michel Temer Elza Fiúza/Agência Brasil

A pedido do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, o presidente interino Michel Temer enviará cerca de 200 integrantes da Força Nacional a Porto Alegre para ajudar as autoridades locais a combater a onda de violência que, nas últimas semanas, tem ocorrido na região metropolitana de Porto Alegre. Na reunião que teve com Temer, no final da manhã de hoje (26), Sartori pediu também a construção de uma penitenciária federal no estado, para aliviar o problema de superlotação dos presídios e delegacias estaduais.

Nos últimos dias, uma médica foi assassinada na capital, um triplo homicídio ocorreu em Alvorada e um homem foi executado no Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). No final da tarde de ontem, uma mulher aguardava o filho do lado de fora da escola quando foi vítima de latrocínio.

Diante dessa situação, o secretário da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Wantuir Jacini, acabou por pedir ontem (25) sua exoneração do cargo, e um gabinete de crise foi criado para lidar com a situação. Ele será coordenado pelo vice-governador, José Paulo Cairoli.

Na busca por ajuda do governo federal, Sartori foi a Brasília para se encontrar com Temer. Segundo o governador, o presidente interino disse que deslocará um contingente da Força Nacional para auxiliar a Brigada Militar na região metropolitana de Porto Alegre. “Esta será a primeira etapa. Solicitamos, ainda, armas, equipamentos, veículos e também um presídio federal na capital ou para o RS, para ampliar as ações que todos temos nesse campo da área penitenciária de segurança”, disse o governador

Segundo Sartori, o contingente abrangerá cerca de 200 policiais. Boa parte será deslocada da Olimpíada do Rio de Janeiro. “Não discutimos o tempo [que eles ficarão] porque consideramos que será o tempo necessário”, disse Sartori, ao negar que o governo do estado tenha demorado a pedir esse reforço.

reunião entre eles contou com a participação do senador Lasier Martins (PDT-RS). De acordo com o senador, o pedido de construção de uma penitenciária federal no estado se justifica por “não haver mais lugares nos presídios” e as delegacias estarem lotadas de presos.

“Temer reconheceu que o problema de segurança é um dos mais graves do Brasil, e que todo mundo está pedindo a mesma coisa, mas que vai se reunir para pensar no pleito do governador gaúcho”, disse Martins. O governador pediu também ajuda para fazer uma reforma no Presídio Central. Quanto a esse item, o presidente Temer disse que vai reunir a equipe e ver o que é possível atender”, informou o senador.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica

Prefeitura pode pagar R$ 50 por mês por uso de bicicleta como transporte em São Paulo

Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil

O beneficiário terá de comprovar o uso diário da bicicleta, informando o local e a distância percorridaMarcelo Camargo/Agência Brasil

Os vereadores da Câmara Municipal de São Paulo aprovaram, em segunda votação, na última quarta-feira (24), o projeto de lei que cria um subsídio aos cidadãos pelo uso da bicicleta como meio de transporte. Trata-se do Programa Bike, que estabelece o pagamento de R$ 50 mensais denominado de Bilhete Mobilidade.

A matéria já foi encaminhada para sanção do prefeito Fernando Haddad e, caso, seja transformada em lei, permitirá aos ciclistas ou às pessoas que passem a fazer uso da bicicleta receber um resgate em dinheiro ou em crédito para utilização de serviços de uma rede credenciada. O beneficiário terá de comprovar o uso diário da bicicleta, informando o local e a distância percorrida e para isso deverá estar cadastrado ou comprar o bilhete único mensal.

A ideia é que o beneficiário acumule créditos para depois receber em espécie ou em crédito. Os créditos poderão ser usados em serviços de manutenção, compra de peças e acessórios ou na troca da bicicleta usada por uma nova e no pagamento de serviços públicos, como conta de água, luz, locação de bicicletas.

O bilhete mobilidade refere-se ao texto substituto ao PL 147/2016, de autoria do vereador José Police Neto (PSD), que negociou a sugestão com a prefeitura antes de levar o tema para debate e submeter à avaliação em plenário. Segundo a assessoria do parlamentar, o texto passou por consulta pública pelo período de três meses, além de duas audiências públicas e três reuniões com cicloativistas e empresários do setor de bicicletas.

Segundo a assessoria do vereador, a prefeitura gasta em torno de R$ 2 bilhões por ano para bancar parte dos custos da tarifa do Bilhete Único e só consegue manter a tarifa a R$ 3,80 porque subsidia R$ 1,91 por viagem de cada usuário do sistema. Pelo raciocínio do vereador, ao estimular o uso de bicicletas para os deslocamentos rumo ao trabalho, à escola e outros locais, o executivo municipal estará reduzindo as despesas públicas.

Para o diretor da Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade), Daniel Guth, ainda é muito prematuro fazer qualquer avaliação a respeito, porque “o projeto é muito complexo”. Ele informou que participou das audiências públicas, mas falta saber como essa ideia será desenvolvida, na prática, caso a matéria venha a ser sancionada pelo prefeito Fernando Haddad.

“Tudo vai depender da regulamentação, porque o PL não detalha nada. Não sabemos como será a capacidade de o executivo fiscalizar sobre o percurso, se haverá recursos financeiros do poder público, se o controle ocorrerá por aplicativos, se dependerá do uso de smartphones. Ainda estamos tateando para entender [a medida]”, disse o diretor.

De acordo com o Guth, mais da metade das pessoas que usam a bicicleta para se deslocar até o local de trabalho têm renda mensal de até dois salários mínimos. Ele informou ainda que está em contato com a prefeitura para discutir a questão e para saber se a medida será frutífera ou não para a cidade de São Paulo.

Edição: Maria Claudia

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Boletim de ocorrência no Rio de Janeiro pode ser feito agora pelo celular

 Flávia Villela – Repórter da Agência Brasil

Registro já era feito em computador e está disponível agora também para celularesArquivo/Agência Brasil

Os registros de ocorrência de crime ou perda de objetos no estado do Rio de Janeiro podem ser feitos agora na palma da mão, ou seja, pelo telefone celular. A Polícia Civil do estado criou um aplicativo para ser baixado em aparelhos móveis com opções como “comunicação de ocorrência”, “extravio [perda] de documentos” e “denúncia do bairro”. É só clicar e preencher o formulário.

Basta acessar do seu dispositivo a loja de aplicativos, digitar “Delegacia Online PCERJ” e instalar. O aplicativo foi desenvolvido pelo Departamento Geral de Tecnologia da Informação e Telecomunicações  da Polícia Civil e já está disponível para download na Play Store e na App Store.

Com o aplicativo, também é possível entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC). O cidadão pode tirar dúvidas, fazer elogios ou reclamações, contribuir com informações para investigações e auxiliar a Polícia Civil na localização de foragidos.

Desde 2014, está disponível no estado um sistema similar para registro de boletins de ocorrência (BO) pela internet. O documento emitido online tem a mesma validade de um BO feito em uma delegacia. Para fazer o registro, é necessário acessar o site da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da Polícia Civil. Em seguida, é só preencher o formulário disponibilizado na delegacia eletrônica.

O serviço é disponibilizado para cidadãos com idade a partir de 18 anos, que devem indicar o CPF e o CEP do local onde moram. No caso de turista estrangeiro, que não tem o CPF, é necessário informar o CNPJ do estabelecimento hoteleiro onde está hospedado.

Edição: Nádia Franco

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Funcionários em fábrica de iPhone trabalham mais de 80 horas semanais na China

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL

A China Labor Watch (CLW), organização sem fins lucrativos que fiscaliza as condições de trabalho na China, publicou nesta semana um relatório preocupante. Em uma das fábricas contratadas pela Apple para fabricar componentes do iPhone, funcionários estão passando (e muito) do seu horário determinado.

A Apple exige dessas fábricas terceirizadas que os funcionários trabalhem, no máximo, 60 horas por semana, e que tenham ao menos uma folga a cada semana. Segundo a CLW, porém, há diversos casos de colaboradores ultrapassando as 80 horas semanais.

Na fábrica avaliada pela CLW, chamada Pegatron, até mesmo estagiários estão trabalhando além do tempo permitido, recebendo hora-extra – o que também é contra a política da Apple. De acordo com a organização, os funcionários se sentem “obrigados” a trabalhar mais para completar o salário baixo com horas-extras.

Nem a Apple e nem a Pegatron quiseram comentar o relatório da CLW. A organização diz ainda que entrevistou mais de 100 funcionários da fábrica desde o ano passado para elaborar a avaliação. Não é a primeira vez, porém, que ambas as empresas são denunciadas por explorar trabalhadores na linha de produção do iPhone.

Via Business Insider Fonte: Olhar Digital

Pesquisa: quase 30% de alunos do 9º ano do ensino fundamental já fizeram sexo

Flávia Villela – Repórter da Agência Brasil

Pesquisa constatou que 87,3% dos alunos do 9º ano receberam informações, na escola, sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e Aids EBC

Dos cerca de 2,6 milhões de estudantes que cursavam o 9º ano do ensino fundamental em 2015, 27,5% já haviam tido relação sexual (cerca de 723,5 mil). Em média, um aluno do 9º ano tem 14 anos de idade. Deste total, 39% (280,7 mil) não usaram preservativo na primeira vez e 33,8% (219,2 mil) não utilizaram na última relação sexual.

As informações fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar – Pense 2015 – e foram divulgadas hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Das meninas do 9º ano que haviam tido relação sexual, 9% disseram já ter engravidado. Essa realidade era mais comum entre estudantes de escolas públicas (9,4%) do que entre as da rede privada (3,5%). Pouco mais de 1% das meninas do 9º ano do ensino fundamental declararam já ter engravidado alguma vez (23 mil meninas), sendo o maior percentual registrado na região Norte, (2,1%) e o menor na região Sudeste (0,7%).

Cerca de 105,2 mil (4%) estudantes do 9º ano relataram já ter sido forçados a ter alguma relação sexual. O percentual para meninos foi de 3,7% e para as meninas de 4,3%. Destes, um a cada três estudantes disse que o ato foi cometido por algum membro da família (pai, mãe, padrasto, madrasta ou outros familiares). A região Norte (5,3%), Roraima (7,3%) e Mato Grosso (6,2%) apresentaram os maiores percentuais.

Quanto à promoção de ações de prevenção e assistência em saúde, promovida pelas escolas, informando quanto à saúde sexual, os resultados revelaram que 87,3% dos alunos do 9º ano do ensino fundamental receberam informações, na escola, sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e Aids.

“Não basta informar e dizer use camisinha, use pílula. Esse adolescente deve ser atendido em programas que trabalhem a percepção corporal, de identidade sexual, de valor como pessoa, dos riscos de uma gravidez. Você só vai usar camisinha se você tiver respeito a si próprio e ao outro”, comentou ela.

Há 40 anos trabalhando com adolescentes, a pediatra Evelyn Eisenstein, do Departamento de Adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), afirmou que o principal gargalo – no que tange à saúde dessa faixa-etária – é falta de um programa nacional de saúde.

“O Brasil precisa de campanhas de prevenção e programas nas escolas. Os adolescentes têm direito não apenas à informação, como também a programas de protagonismo juvenil”, disse e pediatra.”

Segundo Evelyn, o percentual de meninas entre 15 e 19 anos que engravidam no Brasil é muito mais alto que o relatado nas escolas, entre 20% a 23%, chegando a 30% em alguns estados. Entre 10% a 15% dessas meninas que engravidam são vítimas de violência e abuso sexual, ressaltou ela.

Cigarro, álcool e drogas ilícitas

Mais da metade dos estudantes do nono ano (55,5% ou 1,5 milhão) já havia consumido uma dose de bebida alcoólica alguma vez, percentual superior ao observado em 2012 (50,3% ou 1,6 milhão). No conjunto de estados e municípios das capitais, com maior e menor percentual de escolares do 9º ano que já experimentaram uma dose de bebida alcoólica, estão Rio Grande do Sul (68,0%) e Amapá (43,8%), Porto Alegre (74,9%) e Macapá (43,5%).

A proporção dos estudantes do 9º ano que já experimentou drogas ilícitas também subiu em relação a 2012, ao passar de 7,3% (230,2 mil) para 9% (236,8 mil ). Ainda segundo a pesquisa, em relação ao consumo atual de álcool e drogas ilícitas, respectivamente, 23,8% (626,1 mil) e 4,2% (110,5 mil) dos estudantes do 9º ano tinham feito uso dessas substâncias nos últimos 30 dias antes da pesquisa.

No que se refere à experimentação do cigarro, ela tem um crescimento relativo de aproximadamente 53,0% entre as duas faixas de idade analisadas. No grupo etário de 13 a 15 anos, a experimentação é de 19,0%, chegando a pouco mais de 29,0% entre os escolares na faixa etária de 16 a 17 anos.

No grupo de idades de 16 a 17 anos, 10% dos escolares experimentaram cigarros antes dos 14 anos de idade, aproximadamente 8% consumiram cigarros pelo menos uma vez nos últimos 30 dias anteriores à pesquisa, 53% estiveram em presença de pessoas que faziam uso de cigarros e em torno de 24% possuíam pais fumantes.

Quanto ao consumo de outros produtos do tabaco, pouco mais de 8% dos escolares de 16 a 17 anos de idade declararam fazer uso.

Na faixa etária de 16 a 17 anos, 73% dos escolares já experimentaram uma dose de bebida alcoólica. Pouco mais de 21% tomaram a primeira dose de bebida alcoólica com menos de 14 anos de idade e cerca de 60% possuíam amigos que consomem bebidas alcoólicas.

O indicador de consumo atual de bebida alcoólica, considerando as duas faixas de idade analisadas, cresceu 56,5%, passando de pouco mais de 24,0% entre os escolares de 13 a 15 anos de idade para quase 38,0% no grupo etário de 16 a 17 anos.

Bebidas

Em torno de 37% dos escolares de 16 a 17 anos de idade já sofreram com episódios de embriaguez e aproximadamente 12% deles tiveram problemas com família ou amigos porque haviam bebido.

Evelyn ressaltou que o uso de substâncias psicoativas na fase de crescimento e desenvolvimento do cérebro prejudica o desenvolvimento do adolescente.

“A pior droga do Brasil é o álcool. Esse uso é um fenômeno cultural e de marketing. Para você ser homem tem que ficar bêbado, como se fosse um ritual de passagem. Fora os patrocínios de bebidas alcoólicas em festas para jovens”, comentou ela.

“O Brasil precisa realmente de programas de educação em saúde com metodologias apropriadas para o adolescente. Além de vigilância, pois qualquer botequim ou posto de gasolina vende cerveja para adolescentes”.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/pesquisa-e-inovacao

Marcada por bate-boca, sessão de julgamento do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff é suspensa e almoço antecipado

Karine Melo e Carolina Gonçalves – Repórteres da Agência Brasil

Confusão entre os senadores Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias e o presidente do Senado, Renan Calheiros, durante o segundo dia da sessão de julgamento do impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com menos de duas horas do reinício dos trabalhos da sessão de julgamento do processo deimpeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff, desentendimentos entre os senadores levaram o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, a suspender a sessão duas vezes. Na última interrupção, o magistrado decidiu antecipar o horário do almoço e o julgamento será retomado às 13h.

O primeiro bate-boca começou quando o senador petista Lindbergh Farias (RJ) pediu a palavra e atacou o democrata Ronaldo Caiado (GO) que lhe antecedeceu. “Esse senador que me antecedeu é um desqualificado. O que fez com senadora Gleisi é de covardia impressionante, dizer que tentou aliciar testemunha”, afirmou o petista.

Na sequência, Lewandowski alertou Lindbergh. “Não posso admitir palavras injuriosas dirigidas a qualquer senador. Vou usar meu poder de polícia para exigir respeito mútuo e recíproco.”

Caiado respondeu fora dos microfones. Disse que Lindbergh tem mais de 30 processos no STF e “cracolândia em seu gabinete”. Como o tumulto continuou, o presidente do STF pediu que os microfones fossem desligados e a sessão suspensa por cinco minutos.

A sessão foi retomada com o apelo feito pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que até agora não tinha se manifestado. O peemedebista começou pedindo para que os senadores reduzam as questões de ordem repetidas, mas esquentou o clima ao lembrar da declaração de ontem, feita pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) que provocou o primeiro grande tumulto do dia. Nessa quinta-feira (25), Gleisi disse que o Senado não tinha moral para julgar a presidenta afastada Dilma Rousseff.

“Esta sessão é uma demonstração de que a burrice é infinita. A senadora Gleisi chegou ao cúmulo de dizer que o Senado não tem condição moral de julgar a presidente”, afirmou.

Esquentando ainda mais o ambiente e provocando a reação imediata de petistas, Renan lembrou que Gleisi e o marido, o ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, Paulo Bernardo, foram indiciados por corrupção passiva na Operação Lava Jato. Os dois são acusados de receber propina de contratos oriundos da Petrobras.

Renan chegou a afirmar que o Senado estava passando para a sociedade uma imagem de que Lewandowski estava sendo, constitucionalmente, obrigado a “presidir um julgamento em um hospício” e que nenhum dos lados ganharia esta disputa baseada em bate-boca político.

“Como uma senadora pode fazer uma declaração dessa? Exatamente, sr. Presidente, uma senadora que, há 30 dias, o Presidente do Senado Federal conseguiu, no Supremo Tribunal Federal, desfazer o seu indiciamento e do seu esposo”, atacou Renan.

Gleisi foi em direção a Renan afirmando ser mentira, apoiada pelo senador Lindbergh que gritava “baixaria” e que acabou sendo empurrado por Renan.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica